O ser inventa as coisas
Numa progressão gigantesca mas tanto
Que as imensidades que captamos
Constituem fragmentos
Temos algo além
Dos vórtices
Vetores
Movimentos
Sentimentos
Mentes
A relatividade física
Bem como o relativismo filosófico
São relativos
Pois se produzem em nós
Na nossa relação fractal
Com o Cosmos
Macro e micro
O ser humano intenta
É sua natureza seria melhor
Chamar-se a si mesmo
Homo inventans
Mas as questões políticas
E ontológicas
Orientam-se pela caverna
Que é interna/externa
É lutar pra não ficar
Subjugados pela alavanca
Ou pelo celular
Assim como estamos
Numa dízima infinita
Que abrange todos os acontecimentos
Que agita
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