sábado, 4 de outubro de 2025

Inteligência artificial como sensor do senso comum

Escrevi noutro blog meu este poema aqui
Que traz o título

Consciente e inconsciente Psi

Eu gosto muito de Freud e de Jung
(Por favor é um nome alemão
Mas ouvimos universitários pronunciando
Isso como se fosse inglês macarrônico)
Gosto deles porém o que eles fazem
Na clínica e nos livros
É uma grande bobagem
Não, não é bobagem
Porque tem consequências
Que atrasam
Fazendo tolas e lentas
As consciências

Depois colei no chat meio chato 
Da inteligência artificial
Ela falou que o poema critica
A ênfase das duas correntes psicanalíticas
No inconsciente
O que enfraqueceria a formação
E atuação
Do consciente
O que seria uma tolice se eu o propusesse

Então pensei que o equívoco da máquina
Pode ser análogo àquele de alguns leitores analógicos
E aqui vim explicar:

Freud e Jung e seus seguidores
Fabricam mentalidades fracas e tolas
Nas pessoas que afetam
Não porque dão relevo ao inconsciente
Mas pelo quanto é raso e liso
O inconsciente
Que inventam

O inconsciente real com sua força energética
É produtor gerador vital é sempre a mais
Ética e poética
Invenção
A nossa estética

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