Shakespeare era ele mesmo
Que imensa tolice achar que alguém mais rico
Escreve os seus textos
Quando Bukowski faz
A poesia potente da qual é capaz
Ele usa a máquina de escrever
William escrevia a mão
Estou fazendo estes versos com o dedo indicador
No celular (não sei digitar com o polegar)
O homem escreve em pedras
Paredes tabletes peles
Papiros areia e papel
Escreve nos spins atômicos
Mesmo sabendo que eles saltam
Imprevisivelmente
E que aquilo que foi escrito em argila
Há milênios
Tem mais durabilidade
Do que as escrituras informáticas
Nessa força de pensar captar transmitir
Interpretar e registrar/comunicar
Sempre novas maneiras de pensar sentir e ser
Está a grandeza do homem
E a pequenaza em tentar
Mediocrizar estatificar emburrecer
Por exemplo
Em vários livros e poemas meus
Eu falo que o Carl Jung é uma grande
Porcaria que produz enorme atraso nas áreas
Psicológica
Filosófica
Esotérica
Seu efeito terapêutico é ruim
Pior ainda o que faz as pessoas "entenderem"
Sobre Alquimia
Às pessoas leem meus livros e poesias
E pensam que se trata de brincadeira
Alguém não falaria mal de um cara
Tão aceito assim, tipo Paulo Freire
Que todo mundo tem que achar que é bom sendo tão ruim
Ou pelo menos fingir
Chega ao ponto de no outro blog
Eu ter escrito um texto no qual cito
Um trecho de Carlos Castaneda
Esse sim um grande pensador
Um transdutor
Não apenas entre culturas
Mas face a múltiplos sistemas
Semióticos
E ontológicos
A inteligência artificiosa leu
E comentou assim:
"Cita Carlos provável referência
Ao trabalho de Carl Jung"
Isso depois de mil vezes eu ter deixado bem claro
Aquilo que eu estou reafirmando agora aqui
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